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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
ADLEI elege novos órgãos sociais
No passado dia 6 de Fevereiro '12 foram eleitos em Assembleia-Geral os novos corpos sociais da ADLEI - Associação para o Desenvolvimento de Leiria, sendo a Direcção presidida por José Charters Monteiro,a Assembleia por Anabela Graça e a Comissão Revisora de Contas por José Carreira.
Tendo como objectivo para o biénio 2012-2014 o reforço da participação cívica, baseada no conhecimento da região, dos seus recursos potencialidades, serão áreas de intervenção da ADLEI a economia, a educação, o ambiente (e especificamente o ordenamento do território e a estrutura urbana da região) e a sociedade, demografia e sustentabilidade.
Estrategicamente, à ADLEI caberá estabelecer, no imediato horizonte territorial e administrativo, uma rede de forte interacção com os intervenientes e entidades presentes e actuantes na região de Leiria. Participação e diálogo serão determinantes para estabelecer novas hipóteses de desenvolvimento da região, definir-lhe os contornos e o seu posicionamento no espaço nacional e europeu.
Direcção: José Charters Monteiro (presidente), Ana Narciso, António Marques da Cruz, Cláudio Jesus, Diogo Gaspar, Elisabeth Guerra, Luís Perfeito, Micael Sousa, Rosário Neves
Assembleia-Geral: Anabela Graça (presidente), José Augusto Esteves, Anabela Frazão
Comissão Revisora de Contas: José Carreira, Filipa Alves, Francisco Vieira
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
ADLEI apresenta conjunto de lembranças ao Presidente da Câmara Municipal de Leiria
A Direção da ADLEI apresentou a Raúl Castro, Presidente da Câmara Municipal de Leiria, um conjunto de lembranças que são o enunciado das necessidades prioritárias da população. O encontro teve lugar a 6 de janeiro e corresponde à última iniciativa pública desta Direção, em final de mandato.
Social
Segurança
Juventude
Centro Histórico
Acessibilidades
7.Reestruturar a rede de transportes públicos locais de forma a tornar Leiria um concelho mais acessível e com maior mobilidade e amigo do Ambiente;
9.Avaliar o impacto da construção de um sistema de acesso mecânico ao Castelo de Leiria;
10.Controlar os sistemas de recolha e tratamento adequado de todos os efluentes agro-industriais e dar imediata prioridade à despoluição suinícola;
Educação
11.Melhorar a qualidade das atividades de enriquecimento curricular no 1ºciclo;
Cultura e Desporto
12. Melhorar a utilização das infra-estruturas culturais e desportivas e potenciar o seu aproveitamento pelas freguesias.
Social
1.Criar um sistema de tele-assistência para as pessoas idosas;
Segurança
2. Manter a exigência do reforço de segurança de proximidade por agentes policiais nas zonas críticas da cidade;
Juventude
3. Promover a participação dos jovens com a constituição de um Conselho Municipal da Juventude;
Centro Histórico
4.Concluir e aprovar o Plano de Pormenor do Centro Histórico e desenvolver um programa de Reabilitação do Centro Histórico com iniciativas calendarizadas para os próximos anos;
-
5.Criar as condições para a instalação da Loja do Cidadão no centro da cidade;
5.Criar as condições para a instalação da Loja do Cidadão no centro da cidade;
-
6.Monitorizar o estacionamento no centro da cidade – manutenção regular dos parquímetros e diminuir o preço do estacionamento;
6.Monitorizar o estacionamento no centro da cidade – manutenção regular dos parquímetros e diminuir o preço do estacionamento;
Acessibilidades
7.Reestruturar a rede de transportes públicos locais de forma a tornar Leiria um concelho mais acessível e com maior mobilidade e amigo do Ambiente;
-
8.Assumir uma maior intervenção e liderança da manutenção da linha do Oeste de passageiros, da sua modernização e melhorar a ligação à cidade através dos transportes rodoviários;
8.Assumir uma maior intervenção e liderança da manutenção da linha do Oeste de passageiros, da sua modernização e melhorar a ligação à cidade através dos transportes rodoviários;
Turismo
9.Avaliar o impacto da construção de um sistema de acesso mecânico ao Castelo de Leiria;
Ambiente
10.Controlar os sistemas de recolha e tratamento adequado de todos os efluentes agro-industriais e dar imediata prioridade à despoluição suinícola;
Educação
11.Melhorar a qualidade das atividades de enriquecimento curricular no 1ºciclo;
Cultura e Desporto
12. Melhorar a utilização das infra-estruturas culturais e desportivas e potenciar o seu aproveitamento pelas freguesias.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Joel Correia vence Prémio "Villa Portela"
No passado dia 16 de dezembro, a ADLEI entregou o Prémio Villa Portela, numa sessão realizada no auditório do Centro Associativo de Leiria. Joel Correia, estudante de arquitetura, é o autor do trabalho premiado (com o título Leiria: a evolução do espaço urbano da cidade moderna (1926-1974)), no qual aborda a história urbana e arquitectónica de Leiria ao longo do século XX. Abaixo, a entrevista de Joel Correia ao semanário Região de Leiria.
Como surgiu a ideia para “Leiria: A evolução do espaço urbano da cidade moderna (1926-1974)”?
Surge da necessidade de elaborar um trabalho de investigação que funciona como momento final do curso de Mestrado Integrado em Arquitectura que frequento. Desde início que fiz questão de centrar o meu objecto de estudo na cidade de Leiria. Fazia todo o sentido por ser a cidade onde cresci e cujas ruas me habituei a percorrer. O período temporal surge um pouco por acaso: já tinha algum interesse pela arquitectura modernista, depois, ao pesquisar obras escritas acerca deste momento da história da evolução do espaço urbano da cidade, descobri que existia muito pouca informação acerca disto. A intensa pesquisa nos arquivos municipais acabaria por levar à descoberta de uma interessante quantidade de cartografia e planos para Leiria, o que determinou a opção final pelo tema.
O júri elogiou o carácter inovador do seu trabalho. Quais as principais novidades que resultaram da sua investigação sobre a história urbana e arquitectónica de Leiria naquele período?
Grande parte dos trabalhos que incidem sobre a evolução do espaço urbano de Leiria terminam a sua análise no século XIX ou início do século XX, como a obra de Ernesto Korrodi. No entanto, é a partir da segunda década deste século, com a urbanização da antiga cerca do Convento de Santana, que se inicia a expansão urbana que extravasa a malha medieval.
O concurso para o Plano de Melhoramentos e Modernização para a cidade de Leiria de 1926, com a apresentação de propostas por parte do arquitecto leiriense Fernando Santa-Rita e pelo arquitecto urbanista de renome nacional Luís Cristino da Silva, daria início a um interessante conjunto de várias propostas urbanas apresentadas para a cidade de Leiria.
Espero que este documento desperte o interesse por este tema e que possa servir de base à elaboração de novos estudos acerca da problemática do crescimento urbano. Este momento de crise económica e o consequente abrandamento da construção urbana é o tempo ideal para se pensar a cidade, e tal como refere arquitecto leiriense João Belo Rodeia num semanário da região, “quando se pensa a cidade numa perspectiva do seu devir, tem de se pensar na sua história, que gera uma identidade distinta das outras”.
Tem outros trabalhos anteriores realizados nesta área?
Este é o meu primeiro trabalho na área de investigação. Não me considero um historiador, sou apenas um estudante de arquitectura, e é com base nesta disciplina que faço a minha análise.
O que significa receber o Prémio Villa Portela?
É uma honra para mim ser o vencedor da primeira edição do Prémio Villa Portela. Sinto que é o reconhecer do longo caminho percorrido, a valorização do árduo e demorado trabalho de investigação. O processo nem sempre foi fácil, existiram alguns percalços e situações inesperadas, mas no final sinto que valeu a pena. Este prémio é também de todas as pessoas que me apoiaram e acreditaram em mim, dos incansáveis funcionários do arquivo municipal e das entidades que tornaram este trabalho possível.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Prémio Villa Portela
COMUNICADO
Com a finalidade de desenvolver o gosto pela investigação no âmbito da História e do Património da Região de Leiria, à qual se junta o concelho de Ourém, que são da mais elevada importância para a cultura nacional, Ricardo Charters d’ Azevedo e a Associação para o Desenvolvimento de Leiria (ADLEI) instituíram o Prémio “Villa Portela”, em parceria com a Câmara Municipal de Leiria, o Instituto Politécnico de Leiria e a editora Gradiva.
A primeira edição realizou-se durante o ano de 2011 e apresentaram-se a concurso vários trabalhos. Foi premiado o trabalho com o título - “Leiria: A evolução do espaço urbano da cidade moderna (1926-1974)”, incidindo sobre a história urbana e arquitectónica de Leiria sobretudo para aquele período do século XX.
O autor do trabalho vencedor, que utilizou o pseudónimo “Urbanae”, Joel da Costa Correia, nasceu em Leiria, tem 25 anos, reside em Reixida, na freguesia de Cortes e completou o ensino secundário nesta cidade, ingressando em 2004 no curso de Mestrado Integrado em Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
O júri do concurso considerou que “… a obra reveste um evidente carácter inovador e contribui para acrescentar conhecimento inédito e motivar novos estudos tanto no âmbito da história local leiriense, como ao nível nacional.”
O júri congratulou-se com a qualidade de todos os trabalhos apresentados propondo para todos a atribuição de menções honrosas.
O Prémio com o valor de dois mil euros será entregue numa sessão pública, no dia 16 de Dezembro, pelas 18h, no auditório do Centro Associativo de Leiria.
A Direcção da ADLEI,
Leiria, 2 de Dezembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Tertúlia «Responsabilidade social organizacional: experiências na região»
No âmbito do ciclo de tertúlias Diálogos com a Região, a Nerlei recebe no próximo dia 28 de Novembro, pelas 18h00, a tertúlia Responsabilidade social organizacional: experiências na região.
No âmbito do projecto de investigação-acção Responsabilidade Social das Organizações: ADN da estratégia empresarial, promovido pelo CIGS (Centro de Investigação em Gestão para a Sustentabilidade) do Instituto Politécnico de Leiria, foi criado, em Outubro de 2010, um grupo-piloto de empresas da região com dimensões diferentes e oriundas de sectores de actividade distintos.
Nesta tertúlia, responsáveis da ínCentea – Tecnologias de Gestão, S.A., do Centro Hospitalar de S. Francisco, da Simlis – Saneamento Integrado do Lis, S.A., e da Veolia – Águas de Ourém, que participaram no projecto, partilharão as suas experiências de responsabilidade social, num debate conduzido por Sandra Lemos, do CIGS/IPLeiria.
Este ciclo de tertúlias é desenvolvido no âmbito do projecto Leiria, Região de Excelência, assumindo-se como um espaço de reflexão sobre a região, no qual, as ideias apresentadas pelos convidados e por todos os presentes contribuem para o surgimento de sugestões concretas para a qualificação da região.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Academia Portuguesa de História distingue livro sobre o portal do Mosteiro da Batalha
O Prémio Fundação Calouste Gulbenkian - História da Europa acaba de ser atribuído pela Academia Portuguesa de História ao livro bilingue O Portal de Santa Maria da Vitória da Batalha e a arte europeia do seu tempo, da autoria do Professor Jean-Marie Guillouët e edição da Textiverso, de Leiria. O livro é o primeiro volume da Colecção Portugalia Sacra, dirigida pelo Prof. Doutor Saul António Gomes.
O portal principal do mosteiro dominicano da Batalha constituiu, durante muito tempo, um enigma no panorama monumental português do fim da Idade Média. Marcando uma ruptura no desenvolvimento artístico do reino lusitano, os historiadores não conseguiam atribuir-lhe uma fonte segura. Só mais tarde seria possível reconstituir a influência de várias oficinas de escultores de formação − se não de origem − normanda ou picarda, que terão estado em contacto com os trabalhos franceses mais ilustres do fim do século XIV e, depois, continuado activos na Catalunha e no Levante peninsular, na primeira década do século seguinte, antes de trabalharem, no segundo quartel do século XV, no portal da Batalha.
Foi à reconstituição desse percurso que Jean-Marie Guillouët, professor da Universidade de Paris IV (Sorbonne), a realizar um pós-doutoramento na Universidade de Coimbra, se dedicou de forma aturada, num estudo pioneiro que estabelece indubitavelmente um novo patamar, e alto, no conhecimento da iconografia do Mosteiro da Batalha.
A cerimónia de entrega do prémio ocorrerá no próximo dia 7 de Dezembro, pelas 15h00, na Academia Portuguesa da História, em Lisboa.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Admissão de trabalhos para o Prémio Villa Portela
A ADLEI informa que o prazo de entrega de trabalhos concorrentes ao Prémio Villa Portela foi prorrogado até ao dia 12 de Agosto de 2011, data do correio. Este prémio pretende contribuir para o desenvolvimento da investigação em História Local do distrito de Leiria e do concelho de Ourém. O montante do prémio é de 2000 euros. São promotores deste prémio a Associação para o Desenvolvimento de Leiria e Ricardo Charters d'Azevedo.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Escolas Secundárias Afonso Lopes Vieira e Domingos Sequeira no concurso «Leiria, região com futuro»
As Escolas Secundárias Afonso Lopes Vieira e Domingos Sequeira obtiveram, respectivamente, os 2º e 3º lugares no concurso Leiria, região com futuro. Aqui ficam os testemunhos dos alunos participantes.
O projecto Ser herói por uma vida nasceu num grupo de quatro alunos da Escola Secundária Afonso Lopes Vieira que elegeu o tema “transplante de medula óssea “ para projecto anual de Área de Projecto.
A motivação principal para a escolha do tema foi o conhecimento do problema do Leonardo, um menino de dez anos e primo de uma colega de turma, que sofre de leucemia linfoblástica aguda desde os 3 anos. O grupo teve conhecimento que o Leonardo, após vários tratamentos de quimioterapia sem resultados, a sua vida está dependente de um transplante de medula óssea de dador compatível pelo qual espera há dois anos.
Na investigação que fez, ficou a saber que existe um Registo Nacional de Dadores Voluntários de Medula Óssea o CEDACE (Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão) e que os centros de Histocompatibilidade do Norte, Centro e Sul que dão o apoio laboratorial para a tipagem e estudo. Soube ainda que este Registo Nacional se associou ao "Bone Marrow Donors Worldwide", um registo internacional alargado que tem um total superior a 17 milhões de Dadores em 2011.
Descobriu, ainda, que todas as pessoas saudáveis que tenham entre 18 e 45 anos podem inscrever-se pela primeira vez como voluntários para a dádiva de medula óssea. A dádiva, processo simples, pode ser feita até aos 55 anos se não houver doenças inter correntes que a contra-indiquem. Quando uma pessoa se inscreve pela primeira vez deve fazê-lo até aos 45 anos.
A - Formulou como objectivos principais do trabalho: sensibilizar a comunidade para a importância de ser dador de medula óssea e de órgãos; divulgar o caso do Leonardo e contribuir para o encontro de um dador compatível; promover a doação de medula óssea e desmistificá-la.
B - Delineou de seguida as seguintes actividades: criação e manutenção de um blogue para informar, pesquisar dados online, sensibilizar e desmistificar a dádiva; recolha de dados por questionário para saber as razões porque as pessoas não se voluntariam para a dádiva; organização de um colóquio “Ser herói por uma vida” para sensibilização, promoção e desmistificação da dádiva; promoção de um Dia de Recolha de Pequena amostra de Sangue para Potenciais Dadores de Medula Óssea.
C - Estabeleceu as seguintes parcerias: para efectuar o Dia de recolha solicitou apoio ao Centro de Histocompatibilidade do Centro; para divulgação e apoio logístico da recolha pediu colaboração ao Instituto Politécnico de Leiria e suas Escolas Superiores de Educação e Ciências Sociais, de Tecnologia e Gestão e de Saúde; para concretizar a realização do colóquio com o intuito de informar e sensibilizar a comunidade escolar solicitou apoio ao Hospital de Santo André – Leiria – na pessoa do Dr. Fernando Miguel, Director do Serviço de Sangue, e à mãe do Leonardo para testemunhar o caso do seu filho.
Entre vários dados recolhidos, por questionário, a uma amostra de 350 pessoas, que voluntariamente responderam num questionário online permitiram apurar que as pessoas normalmente não se voluntariam para dadores por medo e desconhecimento do processo.
Foram inscritas no CEDACE 154 pessoas, das muitas que se voluntariaram no dia 18 de Maio para o fazer, mas que pelos motivos de não reunirem as condições necessárias ou por falta de material para fazer a colheita não o puderam fazer.
O cartaz ao lado, criado e produzido pelo grupo em associação com a ESECS evidencia, ainda, que muitos outros se associaram ao projecto, quer como media partners, quer na dádiva de alimentos e bebidas para a oferta de um pequeno lanche aos dadores.
Uma horta comunitária: Será possível em Leiria? foi o tema que abordámos ao longo deste ano lectivo na área curricular não disciplinar de área de projecto. Ao início, esta ideia revelou-se no mínimo ambiciosa mas era também, sem dúvida, o que todas queriamos: algo que fugisse ao papel, que fosse além de um trabalho, que ajudasse o ambiente, as pessoas e a sua ligação.
Tínhamos vários objectivos e o principal era sem dúvida conseguir a implantação de uma horta comunitária em Leiria. Focá-mo-nos em construir uma base teórica muito sólida para a partir daí termos alicerces para alcançarmos todos os objectivos a que nos tínhamos proposto. Fizemos também muitas actividades práticas como a visita a uma horta comunitária, a distribuição de panfletos pela cidade, a distribuição de sumo e citrinos biológicos, actividades de voluntariado, uma palestra entre outras. Criámos facebook, envolvemos a nossa escola numa equipa no site Plantar Portugal e saímos várias vezes no jornal.
Todo o trabalho culminou numa reunião com a Vereadora dos Espaços Verdes onde propusemos a implantação da hora comunitária e discutimos abertamente o assunto. Também apresentámos um dossier à Câmara Municipal de Leiria com todo o suporte teórico e com um regulamento, elaborado por nós, que poderá ser utilizado ou adaptado caso a horta seja efectivamente implantada na nossa cidade.
Escola Secundária Raúl Proença vence concurso «Leiria, região com futuro»
Casus é o projecto de uma casa sustentável, dos alunos Bernardo Pontes, Célia Spínola, Daniel Madruga, João Luís e Margarida Henriques, do 12º Ano (Curso de Ciências e Tecnologias), da Escola Secundária de Raúl Proença, em Caldas da Rainha.
Tendo como objectivo principal projectar uma casa sustentável e eficiente energeticamente, recorrendo a energias renováveis como a solar, eólica, geotérmica, foi a equipa vencedora do Concurso Região com Futuro, promovido pela ADLEI e o IPL.
Para a construção da casa pretendiam conciliar uma arquitectura moderna e bioclimática, utilizando as formas mais rentáveis e eficientes de obter energia, de modo a que a mesma fosse o mais atractivo e sustentável possível.
Ao longo do ano, além do desenvolvimento da referida casa (em maqueta e em Google SkethcUp), elaboraram campanhas de sensibilização ambiental, nas quais pretendiam elucidar a sociedade face à necessidade de adoptar novos comportamentos, como a rentabilização e poupança de energia, aliados à utilização de novas tecnologias.
Para esse efeito, utilizaram panfletos (colocados nas portas das salas de aula), dinamizaram e participaram em palestras (na semana cultural da Escola, com a participação da ETEO e na Quinzena da Juventude – debate com a participação de um representante da QUERCUS, da EDP, do Portal da Construção Sustentável, do Neoturf - Coberturas Ajardinadas e da Agência Regional de Energia e Ambiente do Centro) e divulgaram o seu projecto na Expo Miranda, em Miranda do Corvo, a convite da referida Agência Regional.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Tomás Oliveira Dias homenageado em jornada de estudo
Amigos e família reuniram-se para homenagear o leiriense Tomás Oliveira Dias, numa iniciativa da Adlei
Homem "ligado às causas sociais", "tolerante", "ponderado", "fiável e confiável", "exemplar", "sério". Os adjectivos são de várias personalidades e vão todos para o leiriense Tomás Oliveira Dias, de 78 anos, homenageado sábado, em Leiria.
Pelo palco do Teatro Miguel Franco passaram nomes como Acácio de Sousa, D. Serafim Ferreira e Silva, Pinto Balsemão, José da Silva Marques, Henrique Neto e Raul Castro, para uma 'jornada de estudo' que mais não foi que uma homenagem promovida pela Associação para o Desenvolvimento de Leiria para distinguir o fundador Adlei.
Acácio de Sousa, ex-director do Arquivo Distrital de Leiria, falou de um homem com "perfil sóbrio, pensamento moderno e católico, ligado às causas sociais".
"O contributo que deu ao longo dos anos pode ter tido como contrapartidas algumas decepções, mas de certeza que não foi em vão", disse Acácio de Sousa.
Para D. Serafim Ferreira e Silva, bispo emérito de Leiria/Fátima, "a palavra tolerância foi a bandeira que orientou este homem cristão".
"Perante os desafios, as dificuldades, soube manter o bom senso, a serenidade e a nobreza", disse o prelado.
"Soube ser militante, não ficar indiferente. Fez muitas coisas, mas não é um activismo louco, é um pensador", disse, caracterizando-o ainda como "um bom exemplar no estudo e no saber".
Francisco Pinto Balsemão, um dos fundadores do PSD, tomou da palavra para falar do homem político, um deputado da ala liberal, movimento que "serviu de motor de arranque do PPD", hoje PSD. "A actividade de deputado e o papel como fundador do PPD são dois aspectos indissociáveis", disse, enaltecendo de Tomás Oliveira Dias o facto de ser "sempre calmo, ponderado, mas quando está determinado não desiste facilmente e isso é uma grande qualidade".
"É um leiriense de corpo inteiro, mas isso nunca o limitou ao distrito e à cidade onde nasceu. As suas preocupações reflectem-se também em iniciativas parlamentares, desde a actividade teatral, passando pela liberdade de imprensa, organização judicial, educação médica, liberdade religiosa, revisão constitucional", entre outros, acrescentou Pinto Balsemão.
A primeira memória que o político social-democrata, José da Silva Marques, tem de Tomás Oliveira Dias "é o da energia, combatente cívico, mobilizador". "É um homem fiável e confiável", um "homem de serenidade, mas determinado", afirmou. Criticando a forma como são "descartadas" pessoas como Tomás Oliveira Dias, José da Silva Marques questionou: "poderá a política descartar Tomás Oliveira Dias?".
O empresário Henrique Neto destacou o "homem exemplar pela sua longa vida ao serviço de Portugal", respeitado pelos seus adversários políticos, porque "tinha um pensamento autónomo". "É uma personalidade que honra a nossa região e o País e, neste período tão difícil da vida colectiva, em que o valor, a cidadania e a nobreza de carácter são menosprezados, é bom e consolador estar com amigos a homenagear um amigo", disse.
Por seu turno, Raul Castro, presidente da câmara de Leiria, destacou a "seriedade na forma de abordar os assuntos". "É inspirador para todos. Tomás Oliveira Dias age e luta pelas suas convicções", enalteceu o autarca, que recordou a medalha de ouro atribuída pelo município em 2010.
A estas e outras personalidades que o homenagearam no sábado, Tomás Oliveira Dias agradeceu, dizendo mesmo que as palavras dos seus amigos levaram-no a pensar na sua forma de ser. "Na vida, temos que fazer aquilo que o coração e o pensamento ditam, disse, adiantando ter procurado "sempre, colaborar com toda a gente". "Não é virtude, é a minha maneira de ser", afirmou, destacando três aspectos importantes da sua vida: as vertentes social, política e cívica. "Não sou um cidadão exemplar, porque todos temos a obrigação de ter um comportamento civicamente correcto", referiu, pedindo desculpa por "não ter feito mais".
in Diário de Leiria, 23 de Maio de 2011
(Helena Amaro)
domingo, 15 de maio de 2011
«António Barreto aponta convergência política como condição para sair da crise»
«A convergência política, o aumento da produtividade e da idade de reforma e a manutenção de alguma protecção social. Estas são as condições essenciais para que Portugal consiga sair da crise em que se encontra, entende António Barreto, sociólogo e presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Em conjunto com o empresário Herique Neto, António Barreto foi o orador da conferência Pensar o país, promovida pela ADLEI – Associação de Desenvolvimento de Leiria e pela Livraria Arquivo e que decorreu na noite de ontem, em Leiria. Referindo-se à actual situação do país, o sociólogo lembrou os seus tempos de governante. Na altura, disseram-me para ir à Alemanha pedir um empréstimo de 50 milhões de contos, e fui. Mas não se compara com o sufoco de pedir 80 mil milhões, adiantou.
Muito embora considerando que a actual crise que atinge o país é o resultado da conjunção do impacto da crise internacional, o consumo nacional e a acção das autoridades políticas, António Barreto referiu considerar que os responsáveis políticos são, no seu entender, os principais responsáveis.
As autoridades nacionais deveriam ter previsto as situações mais difíceis que atravessamos e deviam ter tomado medidas há anos, afirmou. Bastava que há dois anos houvesse um governo de coligação e tudo seria mais simples, acrescentou. Na altura seria possível não fazer mais parcerias público-privadas e parar o TGV, exemplificou para dar conta de algumas das medidas que deveriam ter sido tomadas.
Agora, entende, será necessário o entendimento entre partidos que cesse com a permanente crispação política, o reforço do esforço nacional em simultâneo com a preservação de algum apoio social, uma vez que não é possível preservar a protecção que existe actualmente.
Já o empresário Henrique Neto, centrando a sua intervenção sobre o futuro da região de Leiria, apontou as suas vantagens: pouca dependência do Estado, diversidade económica e empreendedorismo. Lamentou que cá, como no país, falte comunicação entre os vários actores económico-sociais, bem como autarquias que apostem numa estratégia de desenvolvimento económico. Mas deixou uma palavra de esperança: Se pensarmos a região de forma integrada, penso que Leiria pode ser um caso de sucesso».
in Região de Leiria, 12 de Maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Jornada de Estudo «Tomás Oliveira Dias: o homem e as causas»
A ADLEI vai realizar a Jornada de Estudo Tomás Oliveira Dias - O Homem e as Causas, no próximo dia 21 de Maio, pelas 17h, no Teatro Miguel Franco, em Leiria. Com esta iniciativa, a ADLEI pretende promover um reconhecimento público da vida do ilustre cidadão Tomás Oliveira Dias, pelo seu esforço em prol da democracia e do inequívoco valor que mantém na sociedade portuguesa e em particular na região de Leiria. As inscrições para a jornada e para o jantar decorrem até 13 de Maio, através dos telefones 244815160 / 915358031 ou e-mail da ADLEI adlei.leiria@gmail.com. O jantar realiza-se na Sala de Conferências do Turismo de Leiria, no Jardim Luís de Camões, e terá o preço de 25€ (a pagar no próprio dia do jantar, em numerário ou cheque).
sexta-feira, 29 de abril de 2011
«Luciano Amaral defende que crise actual é herdeira da crise de 1973-75»
«Não se pode continuar a comprar mais do que se vende indefinidamente, a não ser que nos financiemos com empréstimos. Mas haverá um dia em que… e acho que todos percebemos que esse dia é agora. A análise é do economista Luciano Amaral que esta noite participou na conferência Economia: crescimento versus desenvolvimento, promovida pela ADLEI – Associação de Desenvolvimento de Leiria e pela Livraria Arquivo.
O autor do livro Economia portuguesa: as últimas décadas, elencou diversos problemas da economia portuguesa, considerando que Portugal ainda não conseguiu ultrapassar por completo a crise económica de 1973-75. Trata-se de um período que conjugou um choque petrolífero, um incremento dos salários em cerca de 30 por cento e a entrada de 600 mil pessoas – regressadas das ex-colónias – que engrossaram a população activa.
Luciano Amaral defendeu ainda que a economia portuguesa conseguiu melhorar com a entrada na CEE, com o acesso a novos mercados, acompanhados de uma queda no preço de petróleo e a sistemática desvalorização da moeda, durante 13 anos até ao início da década de 90.
Contudo, explicou, a necessidade de levar a cabo a política monetária que nos permitiu adoptar o Euro, conjugada com a queda nas remessas dos emigrantes, retiraram competitividade à economia e inviabilizaram o seu crescimento. Ainda crescemos entre meados dos anos 90 e o início do século, mas foi sobretudo com base na despesa pública, sustentou. Portugal vem acumulando défices com o exterior, numa economia com problemas de produtividade, apontou ainda.
Para Luciano Amaral, os diversos cenários para sair da crise serão complexos, admitindo que a eventual saída do euro, a saída fácil, seria dramática no curto prazo. Desta forma, adianta, teremos a desvalorização real, com os cortes salariais.
A comentar a intervenção de Luciano Amaral, Amado da Silva, presidente da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), lamentou os cortes salariais cegos na função pública. E referindo-se às frequentes críticas à chanceler alemã Angela Merkel, considerou que a Alemanha não tem razões para protestar. Afinal, sustentou, durante anos desrespeitou um dos pilares da política monetária europeia, com níveis de dívida pública acima dos 60 por cento do PIB, ao contrário de Portugal que se manteve dentro dos limites até há poucos anos. Agora que tem o problema resolvido, manda recados, lamentou. Amado da Silva questionou ainda a razão de ser da política expansionista ensaiada em 2009 que precipitou o país para a actual situação.
Este ciclo de conferências, denominado O País e a Região, que futuro?, prossegue dia 11 de Maio com o sociólogo António Barreto e o empresário Henrique Neto e será subordinada ao tema Pensar o País».
in Região de Leiria, 28 de Abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
«Leiria tem problemas de competitividade»
Estratégia, desenvolvimento, massa crítica, competitividade, criação e liderança são alguns conceitos que a região de Leiria tem de seguir para se afirmar no contexto nacional. Assim pensam responsáveis de associações, entidades e políticos, que procuraram responder a pergunta "O que fazer pela região?", numa acção promovida pela Adlei - Associação para o Desenvolvimento de Leiria.
A região de Leiria tem um "índice de desenvolvimento acima da média mas com problemas ao nível da competitividade". Assim pensa o professor universitário de Economia e Gestão José Cadima Ribeiro, que se propôs responder a questão "O que é hoje a região?", numa iniciativa da Adlei - Associação para o Desenvolvimento de Leiria, que juntou, anteontem, responsáveis de associações e entidades e políticos, no Mimo - Museu da Imagem em Movimento.
O objectivo abrangente era encontrar respostas para a pergunta "O que fazer pela região", mas, primeiro, o investigador e associado da Adlei deu algumas respostas e directrizes centradas na região do Pinhal Litoral, que integra os concelhos de Leiria, Pombal, Batalha, Porto de Mós e Marinha Grande.
No desempenho demográfico, entre 1995 e 2007, o "Pinhal Litoral teve o melhor desempenho", face a "um conjunto de atributos e dinâmicas que permitiram que se diferenciasse de outros territórios". No entanto, "o bom desempenho deste território não se ficou a dever em ganhos de produtividade, pelo contrário, ficou a dever-se à taxa de participação e a dinâmica demográfica", esclareceu José Cadima Ribeiro.
Usando dados da OCDE e do Instituto Nacional de Estatística, entre outras fontes, o professor universitário esclareceu que "o território [Pinhal Litoral], pensado globalmente, apresenta muito bom desempenho à escala do País, sendo certo que esse bom desempenho configura contributos muitos positivos de algumas vertentes, contrapondo algumas outras que puxam para trás o território".
Ou seja, o Pinhal Litoral aparece, nos últimos anos, em segundo lugar no Índice Global de Desenvolvimento Regional e Competitividade entre 30 unidades territoriais, mas está abaixo do índice médio de competitividade.
"Na medida em que no contexto actual é preciso reunir massas críticas para os territórios se projectarem dentro e fora do País em termos de concorrência e competitividade no quadro actual da economia, o Pinhal Litoral está mal posicionado, porque há vários outros territórios que conseguem reunir massas críticas significativamente superiores a Leiria. Obviamente há um problema que deve despertar preocupações em termos de equação estratégica", explicou José Cadima Ribeiro.
"Curiosamente, na componente de coesão social a situação não é muito má". O Pinhal Litoral está em terceiro lugar na componente de Coesão (elementos sociais e culturais), e é essa componente que "compensa quer a componente de competitividade quer a componente ambiental", que são "francamente penalizadoras", frisa.
"Continuo a questionar-me se o território tem uma estratégia. Eu acho que não tem. Isto é, há uma estratégia, mas é passiva, portanto, uma estratégia que resulta de inércias e não uma estratégia que é assumida", adiantou o investigador, sublinhando que o facto de do distrito fazerem parte concelhos que integram o Pinhal Interior Norte, o Pinhal Interior Sul e o Oeste, "cria a ambiguidade do que estamos a falar quando nos referimos à região de Leiria".
O docente concluiu que há a necessidade de trabalhar na criação de "uma liderança colectiva, e que não tem de ser, apenas, da componente política, mas deve, desejavelmente, ser uma liderança que conjugue os aspectos de afirmação institucional e a cooperação sócio-cultural".
in Diário de Leiria, 29 de Março de 2011
(Nuno Henriques)
terça-feira, 29 de março de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
Associado da ADLEI cria movimento
O associado da ADLEI Micael Sousa criou o Movimento Anti-Corrupção. Dinamizado através da internet, o movimento visa alertar para o problema social da corrupção em Portugal, mas também discutir e apresentar soluções possíveis para o combate deste problema.
Na opinião dos responsáveis, a luta contra a corrupção passa pelo esclarecimento e responsabilização dos cidadãos, propondo uma actuação nas escolas e universidades, além da criação de uma petição, dirigida ao Presidente da Assembleia da República.
O projecto concorre no Movimento Milénio, uma iniciativa do jornal Expresso e do Millennium bcp, que visa revelar caminhos e tendências com impacto na vida dos portugueses. O blogue do movimento está a concurso no The BOBs - The Best os Blogs Deutsche Welle Blog Awards, na categoria de Activismo Social.
sábado, 26 de março de 2011
Reunião Aberta «O que fazer pela minha região?»
A ADLEI convida os seus associados para a reunião aberta «O que fazer pela minha região?». A iniciativa decorrerá no próximo dia 28 de Março de 2011, pelas17h, no M[i]MO - Museu da Imagem em Movimento, junto à Igreja de São Pedro (Leiria).
Conferências «Prevenir a Violência nas Escolas»
A ADLEI e o Centro de Formação da Rede de Cooperação e Aprendizagem (RCA) convidam V. Ex.ª, a assistir às conferências no âmbito da temática «Prevenir a Violência nas Escolas», a realizar nos dias 30 de Abril e 7 de Maio, pelas 15 horas, no Auditório 1 da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, em Leiria. Aceda ao programa na imagem abaixo.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Convite «Os jovens e a noite em Leiria»
A ADLEI associou-se ao Região de Leiria no debate «Os jovens e a noite em Leiria», integrado no ciclo «Hora de Conversa». A moderação estará a cargo da jornalista Paula Sofia Luz, contando-se a participação de Gonçalo Lopes (vereador da Educação, Cultura e Juventude), João Rodrigues (presidente da Federação Académica de Leiria), Francisco Vieira (membro da Direcção da ADLEI) e Vasco Ferreira (proprietário dos bares Chico Lobo e GL). Aguardamos a presença de todos, dia 18 de Fevereiro, pelas 18h, no Auditório da FNAC/LeiriaShopping.
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